Essa afirmação não é verdadeira, pois como já citamos anteriormente o vinho é um ser vivo, ele nasce, tem seu auge, e sua decadência. O vinho muito envelhecido corre o risco de estar estragado e pode perder as suas características organolépticas iniciais, ou pode ficar oxidado com aromas indesejáveis.
O tempo médio de vida de um vinho comum é de 1 a 5 anos, apenas uma porcentagem muito pequena (estima-se 5%) pode ter uma vida mais longa de 10 a 50 anos. Esse tempo de vida está diretamente relacionado à qualidade do vinho, seu tipo de uva, seu modo de produção e principalmente ao modo de como as garrafas são armazenadas. O vinho terá a sua vida prolongada se a garrafa ficar armazenada numa adega climatizada com controle de umidade e temperatura. Se a garrafa ficar na cozinha de casa, exposta à luz e ao calor o vinho morre mais rápido.
O vinho não possui validade indeterminada como está escrito em alguns rótulos vendidos aqui no Brasil. Aqui a validade de um produto está relacionada à segurança alimentar, isto é um alimento é considerado seguro, desde que não faça mal à saúde, desde que não haja presença de microrganismos patogênicos. A Legislação Brasileira não leva em consideração as características sensoriais do produto. Quem gosta de beber vinagre? Quem gosta de comer salgadinho murcho? Quem gosta de comer pão amanhecido, duro e borrachento? Não faz mal a saúde, mais ninguém gosta porque, convenhamos... é horrível.
O tempo médio de vida de um vinho comum é de 1 a 5 anos, apenas uma porcentagem muito pequena (estima-se 5%) pode ter uma vida mais longa de 10 a 50 anos. Esse tempo de vida está diretamente relacionado à qualidade do vinho, seu tipo de uva, seu modo de produção e principalmente ao modo de como as garrafas são armazenadas. O vinho terá a sua vida prolongada se a garrafa ficar armazenada numa adega climatizada com controle de umidade e temperatura. Se a garrafa ficar na cozinha de casa, exposta à luz e ao calor o vinho morre mais rápido.
O vinho não possui validade indeterminada como está escrito em alguns rótulos vendidos aqui no Brasil. Aqui a validade de um produto está relacionada à segurança alimentar, isto é um alimento é considerado seguro, desde que não faça mal à saúde, desde que não haja presença de microrganismos patogênicos. A Legislação Brasileira não leva em consideração as características sensoriais do produto. Quem gosta de beber vinagre? Quem gosta de comer salgadinho murcho? Quem gosta de comer pão amanhecido, duro e borrachento? Não faz mal a saúde, mais ninguém gosta porque, convenhamos... é horrível.
Abaixo uma figura que ilustra o ciclo de vida do vinho, nota-se que ele demora o dobro do tempo para evoluir do que decair. E claro que essa curva também depende do modo como foi armazenado.

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