Para degustar é preciso manter um gole na boca e prestar atenção em todos seus elementos. A primeira pergunta a se fazer é se percebemos no fundo da língua uma boa acidez fresca. E seguem-se outras questões. A untuosidade do álcool está equilibrada (percebe-se isso passando a língua nas mucosas)? Os taninos, ou sua estrutura de extrato, estão presentes? De que natureza eles são (mais finos, mais grossos, em que quantidade)? E quando engolimos, mantendo a boca fechada, qual o gosto que fica? Confirmam-se os aromas que sentimos na análise olfativa? Aparecem outros? Aroma final de boca: se aparecem novos aromas que não foram percebidos na análise anterior quando o vinho está na boca. Retro-olfato: se fica algum gosto residual na boca, pode ser bom ou ruim, Persistência: tempo, em segundos que o vinho permanece na boca. Equilíbrio: diz-se que um vinho é equilibrado quando seu teor alcoólico, acidez, açúcar e taninos (se for o caso), complementam-se mutuamente, de forma que nenhum deles...
Uma mãe empreendedora que bebe no trabalho. Engenheira de alimentos especializada em vinho, cerveja e destilados, com foco em aulas, palestras e confrarias para pequenos grupos e empresas.