Para degustar é preciso manter um gole na boca e prestar atenção em todos seus elementos. A primeira pergunta a se fazer é se percebemos no fundo da língua uma boa acidez fresca. E seguem-se outras questões. A untuosidade do álcool está equilibrada (percebe-se isso passando a língua nas mucosas)? Os taninos, ou sua estrutura de extrato, estão presentes? De que natureza eles são (mais finos, mais grossos, em que quantidade)? E quando engolimos, mantendo a boca fechada, qual o gosto que fica? Confirmam-se os aromas que sentimos na análise olfativa? Aparecem outros?
Aroma final de boca: se aparecem novos aromas que não foram percebidos na análise anterior quando o vinho está na boca.
Retro-olfato: se fica algum gosto residual na boca, pode ser bom ou ruim,
Persistência: tempo, em segundos que o vinho permanece na boca.
Equilíbrio: diz-se que um vinho é equilibrado quando seu teor alcoólico, acidez, açúcar e taninos (se for o caso), complementam-se mutuamente, de forma que nenhum deles se destaca excessivamente. É uma característica do vinho que não depende de um fator só e sim da intereação de um conjunto de fatores: nos brancos o equilíbrio é formado por dois vetores: acidez e álcool, nos tintos são três, acidez, álcool e taninos.
Aroma final de boca: se aparecem novos aromas que não foram percebidos na análise anterior quando o vinho está na boca.
Retro-olfato: se fica algum gosto residual na boca, pode ser bom ou ruim,
Persistência: tempo, em segundos que o vinho permanece na boca.
Equilíbrio: diz-se que um vinho é equilibrado quando seu teor alcoólico, acidez, açúcar e taninos (se for o caso), complementam-se mutuamente, de forma que nenhum deles se destaca excessivamente. É uma característica do vinho que não depende de um fator só e sim da intereação de um conjunto de fatores: nos brancos o equilíbrio é formado por dois vetores: acidez e álcool, nos tintos são três, acidez, álcool e taninos.
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