Alguns historiadores acreditam que a bebida era consumida desde 6000-7000 a.C. mas os primeiros registros escritos que foram encontrados eram da época do Egito Antigo, em que o vinho era a bebida dos Faráos, por volta de 4000 a.C.
Os cretenses levaram o vinho do Egito para a Grécia e essa foi a civilização que difundiu a sua cultura nos dois milênios posteriores. Dionísio era o deus grego protetor das parreiras e do vinho.
As videiras chegaram na península itálica por volta do séc. 1 a.C., trazidas pelos gregos. Inicialmente foram inseridas no sul que posteriormente foi chamado de Enotria no séc 3 a.C. Os romanos levaram a cultura do vinho para todo o Mediterrâneo e a Europa Central na figura de Baco. Nos séculos seguintes as produções atingiram a Alemanha, a Áustria, o sul da França e Espanha. Com o fim do Império Romano houve uma estagnação na produção devido ao domínio dos árabes na península ibérica e as constantes invasões dos povos nórdicos. O comércio e produção só voltaram com força total com as Cruzadas e a ascenção comercial de Gênova, Veneza e Florença, nos séc XII e XIV.
O Cristianismo e suas tradições foram os grandes responsáveis pela preservação da cultura do vinho e durante esse período, os padres e monges foram os principais detentores do conhecimento de cultivo e de produção.
No séc. XV e XVI a Espanha e Portugal dominavam o comércio marítimo e Cortés levou as primeiras mudas para a América do Sul (Chile). Em meados do séc. XVI, a Holanda realizava o transporte de vinho do Porto de Portugal para a Inglaterra, inseriu a cultura das vinhas na África do Sul, intensificou a produção das regiões de Cognac e Armagnac e drenou os pântanos de Medóc (todos localizados na França).
Na segunda metade do séc XVII a Inglaterra dominou o mercado mundial, levou as vinhas para as suas colônias na América do Norte, no leste e algumas propriedades curiosamente foram administradas por nobres italianos. Todo oeste da costa foi colonizada pelos espanhóis católicos e a expansão do vinho foi consequencia.
O auge da produção e consumo mundial foi no séc. XVII, Napoleão estava no poder e daí vem o costume de se abrir os champagnes com o sabre. No séc. XIX a Phylloxera vastatrix (um pulgão de origem americana que parasita as raízes das videiras) destruiu quase toda a produção mundial. Vinhedos na Europa foram dizimados, a produção caiu, só houve o controle dessa praga meio século depois com a introdução dos enxertos, colocava-se a planta européia num “cavalo” americano na forma de enxerto.
No séc. XX as guerras mundiais e as pragas (mídio, oídio e fungos) não frearam a produção, pois a tecnologia e a globalização estão cada vez mais abrindo os mercados e criando novos adeptos ao consumo da bebida.
Os cretenses levaram o vinho do Egito para a Grécia e essa foi a civilização que difundiu a sua cultura nos dois milênios posteriores. Dionísio era o deus grego protetor das parreiras e do vinho.
As videiras chegaram na península itálica por volta do séc. 1 a.C., trazidas pelos gregos. Inicialmente foram inseridas no sul que posteriormente foi chamado de Enotria no séc 3 a.C. Os romanos levaram a cultura do vinho para todo o Mediterrâneo e a Europa Central na figura de Baco. Nos séculos seguintes as produções atingiram a Alemanha, a Áustria, o sul da França e Espanha. Com o fim do Império Romano houve uma estagnação na produção devido ao domínio dos árabes na península ibérica e as constantes invasões dos povos nórdicos. O comércio e produção só voltaram com força total com as Cruzadas e a ascenção comercial de Gênova, Veneza e Florença, nos séc XII e XIV.
O Cristianismo e suas tradições foram os grandes responsáveis pela preservação da cultura do vinho e durante esse período, os padres e monges foram os principais detentores do conhecimento de cultivo e de produção.
No séc. XV e XVI a Espanha e Portugal dominavam o comércio marítimo e Cortés levou as primeiras mudas para a América do Sul (Chile). Em meados do séc. XVI, a Holanda realizava o transporte de vinho do Porto de Portugal para a Inglaterra, inseriu a cultura das vinhas na África do Sul, intensificou a produção das regiões de Cognac e Armagnac e drenou os pântanos de Medóc (todos localizados na França).
Na segunda metade do séc XVII a Inglaterra dominou o mercado mundial, levou as vinhas para as suas colônias na América do Norte, no leste e algumas propriedades curiosamente foram administradas por nobres italianos. Todo oeste da costa foi colonizada pelos espanhóis católicos e a expansão do vinho foi consequencia.
O auge da produção e consumo mundial foi no séc. XVII, Napoleão estava no poder e daí vem o costume de se abrir os champagnes com o sabre. No séc. XIX a Phylloxera vastatrix (um pulgão de origem americana que parasita as raízes das videiras) destruiu quase toda a produção mundial. Vinhedos na Europa foram dizimados, a produção caiu, só houve o controle dessa praga meio século depois com a introdução dos enxertos, colocava-se a planta européia num “cavalo” americano na forma de enxerto.
No séc. XX as guerras mundiais e as pragas (mídio, oídio e fungos) não frearam a produção, pois a tecnologia e a globalização estão cada vez mais abrindo os mercados e criando novos adeptos ao consumo da bebida.
Comentários
Já estou de volta!!! Recebeu meu e-mail? E espero que esteja com muitos cursos.